CARTAZES CUBANOS
Após a revolução em Cuba, as relações entre Fidel e a ex União Soviética se estreitam. Esse compartilhamento ideológico se traduz em todas as relações da sociedade e também nas artes gráficas. Posteriormente em meados da década de 1960, começa uma época de liberdade artística e os cubanos definem um estilo apropriado à sua realidade. Che torna-se símbolo da revolução romântica. Foi o começo da transformação de sua imagem no ícone mais reproduzido do mundo. Na próxima década as produções gráficas já estão subordinadas à moral do regime. Vale conferir este capítulo do design político e o engajamento dos artistas com as tendências da época e com a pop art, através da exposição de cartazes que se encontra on line no site do museu holandês International Institute of Social History. http://www.iisg.nl/exhibitions/chairman/cubintro.php
17_11_2006 Postado por: Lula Ricardi

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